O evento “Noite das Artes” vai regressar, amanhã, às 18h00, com novidades para os apreciadores de arte em Luanda, depois do sucesso alcançado nas edições anteriores.
A iniciativa apresenta uma nova dinâmica e reforça o seu papel na promoção da arte contemporânea e na aproximação entre a cidade, o público e os criadores.
Em declarações ao Jornal de Angola, o responsável do evento, Dominick A. Maia Tanner, afirmou que a iniciativa entra numa nova fase, procurando consolidar-se como um encontro regular dedicado à arte e à cultura.
Segundo o curador, o objectivo é transformar a “Noite das Artes” numa iniciativa realizada todas as últimas sextas-feiras do mês, com a participação crescente de galerias e do público, contribuindo igualmente para a promoção do turismo cultural em Angola.
“Não existe um ponto de encontro único. Cada uma das cinco galerias funciona simultaneamente como ponto de partida e de chegada, permitindo ao público definir livremente o seu percurso”, disse.
Galeria d’Maio
Entre as principais novidades desta edição, está a entrada da Galeria d’Maio, que se junta às restantes participantes ELA - Espaço Luanda Arte, Why Not, Palomino Artes e Mayamba.
No total, as cinco galerias apresentam novas exposições, proporcionando ao público a oportunidade de conhecer diferentes linguagens artísticas, criadores e propostas curatoriais durante uma única noite.
A dinâmica do certame inclui uma novidade especial. Em algumas das galerias, vai estar disponível um copo de edição limitada, que pode ser adquirido pelo público e utilizado ao longo da noite.
Mais do que um objecto funcional, a peça pretende transformar-se numa recordação e objecto de colecção, prolongando a experiência da “Noite das Artes” além do evento e criando uma ligação duradoura entre o público e a iniciativa.
Arte e cidade em diálogo
A “Noite das Artes” continua, assim, a se afirmar como um convite à descoberta e à partilha, promovendo o encontro entre a arte e a cidade de forma espontânea e dinâmica.
“Queremos que as pessoas se apropriem da cidade através da arte e redescubram Luanda como um território criativo e vivo”, afirmou.



