Luanda – A comunidade angolana residente em São Paulo, Brasil, reuniu-se, sábado, num encontro dedicado à literatura angolana e à valorização da cultura nacional além-fronteiras, que teve como destaque a apresentação do livro “Olá, Titilá”.
Luanda – A comunidade angolana residente em São Paulo, Brasil, reuniu-se, sábado, num encontro dedicado à literatura angolana e à valorização da cultura nacional além-fronteiras, que teve como destaque a apresentação do livro “Olá, Titilá”.
De acordo com uma nota de imprensa enviada à ANGOP, a iniciativa proporcionou um momento de leitura, conversa e partilha entre apreciadores da literatura angolana, num espaço de aproximação entre a comunidade e o universo das letras.
Lançada em Luanda, em 2024, a obra reúne textos de mais de 100 co-autores, entre políticos, governantes, jornalistas, homens de cultura e cidadãos comuns, numa homenagem ao cidadão e jornalista angolano António Campos “Titilá”.
Ao longo da sessão, a apresentação da obra abriu espaço para uma reflexão sobre identidade, memórias e os vínculos que continuam a unir os angolanos, independentemente do lugar onde se encontrem.
A literatura serviu de elemento de aproximação e diálogo entre os participantes, permitindo valorizar a palavra escrita e fortalecer os laços entre os membros da comunidade angolana radicada em São Paulo.
A escolha do bairro do Brás para acolher o encontro revestiu-se de particular significado, por ser uma zona com presença expressiva da comunidade angolana e uma ligação especial à história do homenageado, natural do bairro Rangel, em Luanda.
“Olá, Titilá” já foi apresentado em Luanda, Benguela, Lubango e Malanje, em Angola, e em Lisboa, Buenos Aires, Rio de Janeiro e Salvador da Bahia, chegando agora a São Paulo.
A apresentação da obra constituiu, deste modo, mais uma oportunidade para divulgar a literatura angolana no exterior, preservar a memória de António Campos “Titilá” e reforçar os laços culturais entre Angola e a sua diáspora.ART


