O internacional português Cristiano Ronaldo viu divulgada a decisão disciplinar relativa ao episódio em que abandonou o estágio da Seleção Nacional. A informação, avançada originalmente pela SIC Notícias, traz à luz os desdobramentos de um dos casos mais comentados do futebol internacional recente, gerando forte repercussão entre adeptos e analistas desportivos.
Cristiano Ronaldo foi sancionado com 30 dias de suspensão pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, por ter abandonado o estágio da seleção nacional em Copenhaga, a 30 de setembro, numa decisão conhecida esta segunda-feira.
“Nestes termos e com os fundamentos expostos, o Conselho de Disciplina – Secção Não Profissional – da Federação Portuguesa de Futebol decide, nos presentes autos, julgar totalmente procedente a acusação e, em consequência, condenar o Arguido Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro pela prática, por uma vez e a título doloso, da infração disciplinar prevista e
sancionada pelo n.º 1 do artigo 160.º do RDFPF, aplicando-lhe, em consequência, a sanção de suspensão por 30 (trinta) dias e, acessoriamente, a sanção de multa que se fixa em 2,5 UC, ou seja, € 255,00 (duzentos e cinquenta e cinco euros)”, pode ler-se.
Assim sendo, o CD aplica a pena mais leve a Cristiano Ronaldo, uma vez que o regulamento apontava para uma sanção de um a seis meses.
“O jogador que, regularmente convocado, abandone ou não compareça injustificadamente a treino, jogo ou atividade das seleções nacionais ou relacionada com a representação desportiva da FPF ou de Portugal, é sancionado com suspensão de um a seis meses e, acessoriamente e se for jogador profissional, com multa entre 5 e 10 UC [entre cerca de 500 e 1.000 euros, sendo 102 euros por unidade de conta]”, podia ler-se no regulamento.
O caso remonta ao momento em que o capitão da equipa das quinas deixou os trabalhos de preparação da equipa nacional, gerando um clima de debate e expectativa em redor do ambiente da equipa. Segundo as informações disponibilizadas pelos canais de informação internacional, o comportamento do atleta motivou uma análise interna por parte das instâncias competentes para determinar as medidas adequadas à situação.




