Mundial 2026: míssil supersónico de Saibari abala a Escócia — bis de Matheus Cunha ajuda o Haiti a fazer as malas

Os jogos da madrugada de sexta-feira para sábado tiveram um desfecho favorável para marroquinos e brasileiros.
Os comandados de Mohamed Ouahbi apresentaram-se em campo com uma intenção clara de assumir o controlo da partida e foi exactamente isso que fizeram.
A formação escocesa, que optou por entrar com um esquema muito defensivo, acabou por pagar caro essa estratégia.
A posse de bola pertenceu sobretudo aos magrebinos, que terminaram com 60%, enquanto o "Exército de Tartan" ficou pelos 40%.
O resultado sorriu aos "Leões do Atlas", que parecem determinados em repetir a epopeia vivida no Qatar, em 2022, quando alcançaram o histórico quarto lugar. Até ao momento, ocupam a liderança partilhada do Grupo C com o Brasil, ambos com quatro pontos, embora os sul-americanos tenham melhor diferença de golos.
Curiosamente, os "canarinhos" também justificaram o favoritismo e afastaram o Haiti da competição.
Aos 11 minutos, Raphinha chegou a festejar, mas o golo foi anulado por fora-de-jogo.
O primeiro golo surgiu aos 22 minutos. Vinícius Júnior rematou para uma defesa incompleta do guarda-redes haitiano, Johny Placide, e Matheus Cunha apareceu na recarga para fazer o 1-0.
Aos 36 minutos, Vinícius Júnior voltou a ser decisivo ao conduzir a bola e descobrir Matheus Cunha com um passe preciso. O avançado do Manchester United ganhou espaço, resistiu à pressão defensiva e, já em queda, disparou de pé esquerdo para o 2-0.
O 3-0 chegou pelos pés do homem do jogo. Depois de participar nos dois primeiros golos, Vinícius Júnior assinou também o terceiro e selou o triunfo brasileiro.
Aos 77 minutos, Endrick viu outro tento anulado.
O Haiti ainda procurou o golo de honra, mas no final prevaleceu a superioridade do Brasil.



