Continuar a ler
A garantia de continuidade da prova em águas angolanas foi reforçada por Alejandro Agag, presidente da E1, que confirmou ao Novo Jornal que Luanda tem três anos assegurados no calendário, incluindo a presente edição de 2026, ou seja, até 2028.
A candidata ao título, que faz dupla com Lucas Ordoñez, respondia a uma pergunta sobre a importância da E1Pilot Academy, responsável pela identificação de novos talentos para pilotar os RaceBirds, os pássaros marinhos eléctricos.
Estando pela primeira vez em Angola, a norte-americana contou que fez umtourpela cidade para conhecer parte do património e aprender sobre a história do País.
"Espero que a minha experiência possa ser partilhada e que eu possa trazer mais pessoas para aqui", reforçou, reconhecendo que o turismo nacional ainda está numa fase de afirmação.
Nesse sentido, considerou que "adoraria ver Luanda como uma etapa permanente no calendário da E1. Penso que, neste momento, estamos no bom caminho para isso, até porque temos três anos garantidos aqui. É um lugar extraordinário para correr e espero que possamos fazê-lo a longo prazo".
Quanto à corrida de Domingo, 13, Sara Price assume que a Westbrook Racing by Visit Angola "quer ganhar mais do que tudo" e quer tornar "Angola orgulhosa".
Para isso, reconhece a necessidade de recuperar a liderança.
"Penso que, acima de tudo, queremos a liderança de volta, então o objectivo passa sempre por fazer o melhor que estiver ao nosso alcance para conseguirmos a vitória".
A norte-americana sublinha ainda que Luanda é determinante para quebrar o reinado da Team Brady: "A chave passa sempre por conseguir pontos no campeonato e fazer tudo o que pudermos para passarmos para a frente e também obtermos uma margem. Esse é o objectivo e será a estratégia".
Tópicos relacionadosSara PriceWestbrook Racing by Visit Angola



