A qualidade competitiva dos jogadores do Girabola é uma das principais preocupações do antigo futebolista Luís Cazengue “Luizinho”.
“Estamos todos optimistas pelo início do Girabola. Sempre haverá uma dificuldade na fase inicial, mas o sonho da Liga já é uma realidade. Os clubes devem ajudar, porque não existe uma varinha mágica para transformar o futebol nacional. É preciso trabalhar muito, continuar a perspectivar e melhorar o nível competitivo dos clubes. Questões administrativa dos clubes, melhores jogadores e relvados não são responsabilidade da organização. É preciso a participação de todos para a melhoria da competição”. Luizinho defende que a competição precisa ser forte, atrativa e interessante para que seja rentável e lamenta a qualidade dos protagonistas: “A Liga só vende se tiver bom nível competitivo e organização. A qualidade competitiva é determinante para ter um produto rentável. Não temos muita qualidade nos nossos jogadores, mas temos de continuar a formar sobretudo em Sub-17 e 20. Depois vão alimentar as equipas principais. Em relação às candidatas ao título, o ex-futebolista foi categórico: “Petro de Luanda, 1.º de Agosto e Wiliete de Benguela. Os petrolíferos parecem ter melhor competitividade”.




