Novo ciclo nas selecções africanas

Quatro das dez selecções africanas que participaram no Mundial de Futebol, disputado nas Américas, mudaram as respectivas equipas técnicas. Trata-se da África do Sul, Gana, Tunísia e Senegal.
A Federação Sul-Africana de Futebol (SAFA) - na sigla em inglês - anunciou a saída do treinador Hugo Broos, de 74 anos. Para a sucessão, o nome mais apontado é o de Pitso Mosimane. O técnico belga confirmou a saída dos Bafana Bafana após uma campanha histórica na competição. A selecção alcançou, pela primeira vez, os dezasseis-avos-de-final do Mundial e encaixou um prémio de 21 milhões de dólares. Caso a contratação de Mosimane se confirme, vai ser o regresso do treinador sul-africano ao comando da seleção, que já orientou entre 2010 e 2012. Na selecção do Ghana, aguarda-se pela indicação do sucessor de Carlos Queiroz. O treinador português não renovou contrato após o fim da participação no Mundial. Carlos Queiroz, de 73 anos, assumiu o comando dos Black Stars a 13 de Maio, substituindo Otto Addo, que foi demitido dias antes do início da competição. A imprensa ghanesa informou que o ministro dos Desportos defendia a renovação do contrato do técnico português antes do fim do Mundial. No entanto, a eliminação prematura do Ghana inviabilizou um novo acordo. A Federação Tunisina de Futebol (FTF) também está no mercado à procura de um sucessor para Hervé Renard, tendo em vista os próximos compromissos da selecção. O treinador francês foi contratado a meio do Mundial para substituir Sabri Lamouchi, demitido após o primeiro jogo da fase de grupos. Patrick Vieira surge como o principal candidato a assumir o comando técnico do Senegal. A Federação Senegalesa de Futebol estuda a contratação do antigo internacional francês, de 50 anos, para substituir Pape Thiaw, afastado após a eliminação dos Leões de Teranga.


