Outubro Rosa: Elephant Bet cria torneio solidário de andebol em homenagem a causa do mês em curso

Outubro Rosa é mais do que um mês, é um verdadeiro movimento de conscientização e solidariedade. Reforçando esse compromisso, a maior casa de apostas de Angola, Elephant Bet, realizou neste domingo, 5 de Outubro, um torneio solidário de andebol no Campo da Banca, na Maianga, unindo o desporto a uma causa nobre: a luta contra o cancro da mama.
O evento decorreu das 08h00 às 18h00 e reuniu quatro equipas para celebrar o desporto e homenagear as mulheres que enfrentam a doença, Entre as equipas estiveram:
-Recreativo do Cazenga,
-Petro de Luanda,
-Clube do Ti Maquiessa,
-Clube de Ekuikui.
No final do torneio, o Petro de Luanda conquistou o primeiro lugar com 28 pontos, recebendo um certificado de reconhecimento e um cheque de 1 milhão de kwanzas.
Em segundo lugar, o Recreativo do Cazenga obteve 12 pontos, recebendo um certificado de mérito e 500 mil kwanzas.
Já o Clube do Ti Maquiessa ficou em terceiro, sendo premiado com 300 mil kwanzas e um certificado de mérito.
Segundo Mauro Marques, técnico de produção de eventos da Elephant Bet, o objectivo da iniciativa vai além do desporto.
“O objetivo dessa acção é motivar e alertar as pessoas sobre o cancro da mama. A Elephant Bet tem esse lado solidário e, todos os anos, realiza actividades em Outubro para reforçar a importância da prevenção e do apoio mútuo”, destacou.
A embaixadora do andebol, Marília Quizelete, também marcou presença e sublinhou a importância do evento para o incentivo ao desporto feminino.
“É gratificante participar. A intenção é incentivar as meninas da classe juvenil a aderirem ao desporto, especialmente ao andebol. Outubro é o mês de sensibilização sobre o cancro da mama, e queremos passar essa mensagem à juventude: estamos juntos nessa luta e vamos vencer”, afirmou.
A iniciativa reforça o compromisso da Elephant Bet em usar o desporto como ferramenta de solidariedade, conscientização e transformação social, mostrando que o jogo mais importante é sempre pela vida.
Por: Janeth Sousa


