A Selecção Nacional de motocross já respira os ares de Windhoek, Namíbia, palco da disputa do Campeonato Africano das Nações de 28 a 30 do corrente, onde faz estreia como delegação oficial.
O grosso da comitiva partiu de Luanda, sábado, por estrada. Angola é representada por quatro pilotos, Marco Ramalho e Miguel Silva, ambos da classe MX Lites, Diego Santos, da MX 125 cc (centímetros cúbicos), e Zion Araújo, da MX 65 cc.
Os corredores são orientados pelo seleccionador nacional, Toman Chabula. Assim sendo, o combinado angolano tem uma semana para aprimorar a componente técnica e adaptar-se ao Circuito Internacional Gallina MX Park.
Na última quinta-feira, os integrantes da comitiva chefiada pelo presidente da Federação Angolana de Motociclismo (FAM), Marcos Fonseca, receberam a Bandeira Nacional, na cerimónia de despedida que teve lugar na Galeria dos Desportos.
Na ocasião, Clementina Assis, chefe do Departamento de Desporto Federado, em representação do ministro da Juventude e Desportos, Rui Falcão, afirmou que a bandeira entregue não é apenas um símbolo, pois carrega a história, a identidade, os valores e a esperança de todo povo.
“Além de competir, vão representar o país no concerto das nações. Levem não apenas a ambição de vencer, mas sobretudo o compromisso de honrar a pátria, sem desmerecer os adversários”, referiu.
A presença dos corredores angolanos, segundo Marco Fonseca, representa a oportunidade para mostrar o potencial de Angola ao continente: “ É um momento histórico por ser a primeira vez que participamos enquanto selecção e vamos representar condignamente as cores da nossa bandeira”.




