Lançado no mercado a 19 de Agosto de 2008, o Jornal de Economia & Finanças (JEF) completa, hoje, 18 anos de existência. Iniciado com periodicidade semanal, actualmente, como trissemanário, a marca JEF tem estado, aos poucos, a consolidar o seu lugar em Angola.
O jornal foi criado no auge do processo de Reconstrução Nacional, período em que estavam a ser lançadas as bases para o processo de construção das principais infra-estruturas e, em muitos casos, reconstrução de tudo que a guerra dilacerou.
Tudo ou quase tudo estava por se fazer. As principais infra- -estruturas que suportavam o tecido produtivo estavam praticamente destruídas.
Dos caminhos-de-ferro, portos, aeroportos, estradas, unidades agro-industriais às redes eléctricas, etc., tudo foi reportado e retratado pelos profissionais desta casa de imprensa.
Os principais acontecimentos de mobilização de investimentos para o país aos acontecimentos mais relevantes do mundo, o JEF teve sempre no leme.
A economia dava os primeiros passos para voltar à robustez. O JEF acompanhou todas as nuances de todo o processo.
Criado para noticiar os factos económicos e financeiros, desde o pequeno, micro, médio e macro, o JEF trouxe ao panorama mediático uma outra forma de olhar para o mundo.
INÍCIO DA CAMINHADA
Muitos dos que integraram a equipa inicial do JEF, em 2008, eram jovens universitários, na casa dos 20 e 30 anos, com pouca ou nenhuma experiência, mas com muito entusiasmo e vontade de fazer jornalismo, hoje, a História “económica e financeira” já é heterogénea. A Redacção é composta por muitos jovens, também na casa dos 20 e poucos anos, bem como “veteranos”.
Com uma equipa jovem e dinâmica, formada pelos pioneiros da informação económica e financeira, o JEF ocupa um espaço próprio no panorama mediático nacional.
Com Agostinho Chitata, Mateus Cavumbo e José Chimuco, a formar a primeira linha, ou seja, director, director-adjunto e chefe de Redacção, respectivamente, as bases tinham sido lançadas no emblemático Cine Tropical, em Luanda, numa cerimónia com mais de 400 convidados.
A equipa pioneira de repórteres era formada por Isaque Lourenço, Gaspar Micolo, André Sibi, Adérito Veloso, Xavier António, António Eugénio, Francisco Inácio, Ismael Botelho, João Bastos, João Tchinhama, Manuel de Oliveira, Manuela Mateus, Neusa de Menezes, Solange da Silva, Ana Paulo, Joaquim Marcolino, Yara Costa, Regina Handa, Graciete Mayer e Vânia Inácio.
Designers: Carlos Casimiro, Alcreto Abílio, Paulo Lopes, Gaspar Pedro, Nazarino Cunha, Alberto Quiluta e Bruno Vieira Dias. Fotógrafos: Paulino Damião, Pedro Salvador, Vigas da Purificação e Contreiras Pipa.
Como tudo na vida, o JEF passou por período de reformulação, tendo sido, em quase quatro anos, dirigido pelo director Isaque Lourenço, que com dedicação e mestria soube agigantar o jornal. Muitos abraçaram outros desafios profissionais, outros ocupam cargos em outras áreas da empresa Edições Novembro, outros já reformados, o JEF continua de pedra e cal, com o mesmo entusiasmo.
As madrugadas de fecho, hoje, feitas em três edições semanais, com uma equipa formada por 51 trabalhadores, o JEF desafia-se a cada amanhecer.
Sob direcção de Martins Afonso, Adérito Veloso e Josefa Miguel, a pressão de ter um produto competitivo no mercado continua a ser o mesmo.
Hoje, além dos experientes, que integraram a primeira Redacção do JEF, como é o caso de Pedro Peterson e Regina Handa, integram no leque de trabalhadores, jovens jornalistas e repórteres, como é o caso de Nádia Dembene, Venância Calembula, Waldina de Lassalete, Massoxi Paxe, Dumilde Manuel, Sebastião António, Stélvia Faria e Horácio Bapolo. Miguel Daniel já é um “guru” no jornalismo angolano.
O veterano Vigas da Purificação, que, hoje, assume a liderança da área de Fotografia, lidera uma equipa formada por Luís Damião, Francisco Lopes e Joel Inocente.
A equipa do JEF, hoje, tem uma particularidade de ter um grupo de jovens economistas, que com ousadia e conhecimentos científicos tratam os números dos complexos relatórios económicos e financeiros em linguagem compreensível para os olhos dos menos atentos. Das mentes brilhantes da Zélia Quibambo, Damião Santana Dulo, Armando Kondua, Miguel Graça, Bernardo Canganjo e Emanuel Mixinge saem análises e estudos para uma compreensão menos “burocrática”. O leque de jovens que asseguram quase que diariamente a preparação dos conteúdos jornalísticos está também a equipa de Paginação, liderada pelo “veterano” Carlos Casimiro, hoje, subeditor, co-adjuvado por Alcreto Abílio.
Entre os jovens da “nova” geração, encontramos Evelton Garcia, Márcio Escórcio, Josemar Manuel, Adão da Silva e Mateus Domingos, que se juntam ao também “veterano” da casa, Paulo Lopes, que está, no JEF, há também 18 anos.
Na área que conforma a linguagem técnica e científica com o veículo de comunicação, para o rigor linguístico, o Copy Desk, é comandado por Luís Assunção de Almeida, integrando Selço Tango e Estefânio Cassule. A revisora Carla Mesquita, completa o leque de “filtradores” da língua portuguesa.
A área do Secretariado de Redacção é composta por Shelsia António, Isabel Miguel, Alberto Paposseco, Júlio Abel, Albertina Eliezer, Selma Filipe, Isaura Balamo e Juliana Feijó.
Nesta caminhada de 18 cacimbos, o JEF tem cimentado a sua posição no ranking e panorama mediático nacional. O caminho é longo, mas não impossível.
Assinalamos este feito, não com a missão já cumprida, mas com o desafio de continuar a trilhar caminhos longos. Hoje, o JEF faz parte da nata de jornais com grande credibilidade.
O mercado é exigente e promissor. Os desafios são enormes, mas temos a certeza que as barreiras são transponíveis. A articulação com as fontes vai continuar a ser a nossa principal actuação.
18 anos de Jornalismo. 18 anos de histórias. 18 anos a acompanhar a economia. O futuro está apenas a começar.****&




