A República de Angola quer reforçar os laços de cooperação com o Brasil em matérias relacionadas com o Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro, com vista a dinamizar o sector, bem como criar mecanismos para abertura de novas parcerias, nomeadamente no âmbito do ensino em matérias especializadas.
A posição foi manifestada esta Sexta-feira, 16, em Luanda, pela presidente do Conselho de Administração da Agência Marítima Nacional (AMN), Anisabel Veríssimo e Costa, à margem do 1.º Congresso Internacional de Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro Angola-Brasil, que decorre de 14 a 16 de Outubro de 2026.
De acordo com a responsável, o evento transforma-se numa plataforma de partilha de conhecimentos entre os especialistas dos dois países, criando condições para uma melhor gestão ambiental a nível dos mares.
“Nós queremos trazer as nossas instituições de ensino ao conhecimento do lado brasileiro, para que possa haver uma maior sinergia e também criarmos cursos que possam beneficiar não só a parte operacional do sector marítimo e portuário, mas começarmos a criar especialistas logo a seguir a formação universitária”, afirmou.
Realizada sob o mote “Atlântico Sul: O Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro como Vector de Soberania e Competitividade na Rota Global do Comércio”, o 1.º Congresso realiza-se num momento de grande dinamismo para Angola, que procura reforçar e modernizar o seu quadro jurídico para acompanhar a evolução do comércio e do transporte marítimo internacional.




