ARSEG alerta que a avaliação de risco baixo não deve gerar complacência e exige às seguradoras, resseguradoras e aos fun- dos de pensões mecanismos eficazes de prevenção e controlo
A Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG) defende o reforço dos mecanismos de prevenção e controlo para tornar o sector segurador menos vulnerável ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo, apesar de apresentar um nível de risco considerado baixo.
A posição foi expressa ontem, 13 de Outubro, em Luanda, pela presidente do Conselho de Administração da ARSEG, Filomena Manjata, na abertura do workshop sobre a Implementação de Sanções Financeiras Específicas (SFE) e a Apresentação do Guia de SFE no Sector dos Seguros, Resseguros e Fundos de Pensões, que decorre até hoje, dia 14. Segundo a responsável, a avaliação de risco baixo constitui um indicador positivo, mas não deve justificar uma atitude de complacência por parte das entidades supervisionadas.




