BNA e PNUD assinam acordo para reforçar inclusão e educação financeira em Angola

O Banco Nacional de Angola (BNA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) formalizaram uma parceria estratégica de longo alcance com a assinatura de um Memorando de Entendimento inteiramente voltado para a promoção da inclusão e educação financeira no país. O acto, que decorreu em Luanda, visa dotar os cidadãos de ferramentas cruciais para a gestão sustentável das suas finanças pessoais e empresariais, promovendo a estabilidade e o crescimento económico sustentável a nível nacional.
O referido instrumento jurídico, rubricado pelo Governador do BNA, Manuel Tiago Dias, e pela Representante Residente do PNUD em Angola, Denise António, estabelece as bases sólidas para o desenvolvimento de conteúdos didáticos especializados e a formação contínua de agentes multiplicadores. Estes profissionais devidamente capacitados terão a missão de disseminar conhecimentos essenciais sobre literacia financeira directamente junto das comunidades, garantindo que a informação e as boas práticas cheguem às franjas mais vulneráveis da população angolana.
Outro pilar de extrema relevância deste memorando consiste na partilha de experiências e na adopção de boas práticas internacionais de referência, além da definição de estratégias coordenadas para a mobilização de recursos destinados à implementação de iniciativas conjuntas. O documento prevê igualmente a concepção e o desenvolvimento de programas específicos de educação e inclusão financeira digital, acompanhando a rápida evolução tecnológica global e facilitando o acesso seguro aos serviços bancários através de plataformas digitais modernas.
Com esta importante iniciativa de cooperação institucional, que contou com a presença de altos representantes de ambas as instituições, o Banco Nacional de Angola e o PNUD reafirmam o compromisso conjunto com o desenvolvimento sustentável e o empoderamento socioeconómico dos cidadãos angolanos. A facilitação do acesso ao conhecimento financeiro e a digitalização dos serviços são apontadas como passos determinantes para a redução da pobreza, o fomento do empreendedorismo local e a integração progressiva dos agentes económicos na economia formal.



