Luanda - O sector da comunicação e informação está entre os que mais cresceu no segundo trimestre de 2026, com uma evolução de 14,3%, facto que impulsionou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), neste período, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Luanda - O sector da comunicação e informação está entre os que mais cresceu no segundo trimestre de 2026, com uma evolução de 14,3%, facto que impulsionou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), neste período, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo o INE, o segmento da extracção dos diamantes e outros minerais liderou as taxas de expansão em volume, com uma variação homóloga de 16,46%, enquanto o valor da economia nacional fixou-se em 43,43 biliões de kwanzas no período entre Abril e Junho.
Entre as actividades com maior ritmo de crescimento destacam-se ainda os serviços de alojamento e restauração (12,59%), os produtos da indústria transformadora (12,22%), a intermediação financeira e de seguros (11,83%).
Sectores que mais contribuíram em termos de contribuição directa para a variação do PIB, em relação ao segundo trimestre de 2025, foi o comércio e a reparação de veículos, que assumiram a liderança com 1,67 pontos percentuais (p.p).
No mesmo indicador, os produtos da indústria transformadora somaram 1,48 p.p, a refinação de petróleo contribuiu com 1,03 p.p, a informação e comunicação garantiu 1,02 p.p e a agro-pecuária adicionou 1,00 p.p.
O INE sublinha, igualmente, a recuperação do sector petrolífero, que cresceu 5,64%, após vários trimestres em terreno negativo, enquanto a economia não petrolífera registou uma aceleração de 9,24%.
Ajuste sazonal e desempenho acumulado
Na série com ajuste sazonal,o PIB nacional expandiu-se 2,75% face ao trimestre anterior.
Nesse indicador, sobressaíram os ramos de alojamento e restauração (10,33%), produtos da indústria transformadora (6,10%), outros serviços (4,61%) e a produção de electricidade, água e saneamento (3,50%).
Na estrutura de preços em termos nominais, os impostos sobre produtos líquidos de subsídios fecharam com saldo negativo de 149,13 mil milhões de kwanzas, em virtude de o volume de subsídios concedidos ter superado a arrecadação fiscal sobre os produtos no período em análise.
Com os resultados apurados entre Abril e Junho, a economia angolana acumula um crescimento de 7,15% no primeiro semestre de 2026, situando a taxa de expansão dos últimos quatro trimestres acumulados em 5,40%. OPF/QCB



