Benguela – As empresas Nova Fumetal, Cartaplastic e Fazenda Miuq Limitada, que beneficiaram das medidas de alívio económico e financeiro do Executivo angolano devido às calamidades naturais registadas na província de Benguela, começaram já a repor a sua capacidade produtiva.
Benguela – As empresas Nova Fumetal, Cartaplastic e Fazenda Miuq Limitada, que beneficiaram das medidas de alívio económico e financeiro do Executivo angolano devido às calamidades naturais registadas na província de Benguela, começaram já a repor a sua capacidade produtiva.
No âmbito dessas medidas, a Nova Fumetal e a Cartaplastic receberam do Banco de Poupança e Crédito 300 milhões de Kwanzas, enquanto a Fazenda Muiq, que engloba quatro empresas, beneficiou de Kz mil milhões e 200 mil.
Para constatar a reactivação dessas unidades produtivas, o governador provincial de Benguela, Manuel Nunes Júnior, visitou, esta quarta-feira, as empresas de metalomecânica Nova Fumeral, a de fabrico de cartões de papelão "Cartaplastic" e a fazenda Miuq Lda, que estão a restituir os meios destruídos pelas cheias e a dar uma nova dinâmica à produção.
Na ocasião, Manuel Nunes Júnior referiu que o alívio económico e financeiro foi uma decisão tomada em tempo oportuno para apoiar as grandes, médias e pequenas empresas afectadas pelas calamidades na província.
"Hoje, estamos a verificar na prática como as medidas do Governo estão a ser implementadas e ficamos muito satisfeito, porque as três empresas visitadas estavam com dificuldades extremas devido aos efeitos das calamidades, mas já começam a repor equipamentos e existem boas perspectivas de expandirem os seus negócios”, disse.
Referiu que estas empresas estão a transformar as dificuldades em oportunidades, o que revela bem a capacidade do empresariado local, o seu foco, disciplina e rigor.
Segundo o governante, o processo de entrega dos dossier´s por parte dos empresários para o desembolso fechou em 30 de Junho e foram recebidos mais de 240 processos. Destes, mais de 80 foram já aprovados e houve 28 desembolsos.
Manuel Nunes Júnior afirmou que todos os que se inscreveram terão os seus processos avaliados e aqueles que, por alguma razão, não entregaram os seus dossier´s, o governo vai analisar os casos tendo em conta os prazos e as normas a serem seguidas para se resolver a situação.
O Executivo angolano disponibilizou uma linha de crédito de 30 mil milhões de Kwanzas para apoiar a recuperação das empresas afectadas pelas cheias e calamidades naturais em Benguela. ICA/CRB



