As mulheres representam mais de metade da força efectiva das empresas processadoras de 60 por cento da comida do mar em todo o continente africano.
O dado foi avançado recentemente em Luanda pelo representante residente adjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Angola. Gabriel Dava interveio num dos painéis do recente fórum sobre economia azul, que Luanda acolheu durante cinco dias. Segundo o responsável, África é uma zona económica que conecta bases transbordadoras com uma cobertura de cerca de 64 por cento dos continentes. O representante-residente adjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Angola afirmou que o vasto mar continua a sustentar a vida de mais de 200milhões de africanose ajuda a diversificar a economia, garante segurança alimentar, resiliência climática e controlo sustentável. Para Gabriel Dava,África fez grandes esforços em desenvolver uma arquitectura de política robusta de acordo com o Tratado de Águas para a Estratégia da Economia Azul e a revisão do Tratado de Transportes Marítimos de África. Sublinhou que realizar o potencial transformador da economia azul do continente requer mais do que compromissos em papel.




