A MANTY participa na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA) com o objectivo de consolidar a presença no mercado angolano, estabelecer novas parcerias comerciais e contribuir para o fortalecimento da produção nacional e da integração de África no comércio internacional.
Em declarações ao Jornal de Angola, o director Comercial da MANTY, Eduardo Lourenço, afirmou que a participação na maior bolsa de negócios do país visa reforçar a proximidade com empresas, produtores, distribuidores e parceiros institucionais, além de identificar novas oportunidades de investimento e cooperação. "A nossa participação na FILDA 2026 tem como principal objectivo reforçar a proximidade com o mercado angolano e desenvolver novas relações comerciais com empresas e parceiros. Queremos compreender as necessidades do mercado e transformá-las em oportunidades de negócio e de cooperação", afirmou. Segundo o responsável, a FILDA constitui uma plataforma estratégica para apresentar soluções de sourcing internacional, comércio externo, logística e desenvolvimento de cadeias de abastecimento, contribuindo para aproximar os mercados africanos dos parceiros internacionais. Sob o lema "Connecting Africa to the World", Eduardo Lourenço explicou que a MANTY pretende funcionar como uma ponte entre os mercados africanos e fornecedores, produtores, compradores e operadores logísticos internacionais, promovendo relações comerciais sustentáveis. "Não queremos ser apenas uma empresa que importa produtos para África. Queremos contribuir para o desenvolvimento económico do continente, apoiando a produção local e a criação de cadeias de abastecimento mais eficientes", sublinhou. Durante a feira, a empresa apresenta produtos alimentares, commodities e matérias-primas destinadas à indústria, entre os quais cereais, arroz, açúcar, farinhas, massas alimentícias e óleos alimentares. O portefólio inclui ainda serviços de negociação internacional, estruturação comercial, desenvolvimento de marcas próprias e soluções logísticas. Para Eduardo Lourenço, o fortalecimento do sector agro-industrial depende do reforço das ligações entre produtores, indústrias e mercados, criando condições para aumentar a competitividade das economias africanas. Relativamente a Angola, o director Comercial considera que o país reúne condições para afirmar-se como um importante centro de produção e distribuição na região, graças ao seu potencial agrícola, industrial e logístico. "Angola tem um enorme potencial agrícola, industrial e logístico. Acreditamos que o país pode afirmar-se como um importante centro de produção e exportação para a região, tirando partido de infra-estruturas como o Corredor do Lobito", destacou. O responsável defendeu ainda que o aumento da produção nacional permitirá reduzir, de forma gradual, a dependência das importações e criar condições para que produtos transformados em Angola conquistem novos mercados internacionais. No final, Eduardo Lourenço convidou empresários e visitantes da FILDA a conhecerem o espaço da MANTY e a partilharem os seus projectos e necessidades. "A MANTY está disponível para ouvir os empresários, compreender as suas necessidades e construir parcerias sólidas, transparentes e duradouras. Queremos ligar parceiros, mercados e oportunidades, porque acreditamos no potencial de África para produzir, transformar e competir à escala internacional", concluiu.




