Luanda – A 4.ª edição da Bienal de Luanda prossegue esta sexta-feira, na capital do país, com abordagens centradas na “Governação da Água e Cidadania Científica”, “Água, Alterações Climáticas e Migração” e “Investimentos em Água e Formação”.
Luanda – A 4.ª edição da Bienal de Luanda prossegue esta sexta-feira, na capital do país, com abordagens centradas na “Governação da Água e Cidadania Científica”, “Água, Alterações Climáticas e Migração” e “Investimentos em Água e Formação”.
O evento, aberto quinta-feira pelo Presidente da República, João Lourenço, termina com a adopção da Declaração da Bienal de Luanda 2026 e de um comunicado final da União Africana, da UNESCO e do Governo angolano.
O acto de encerramento vai ser presidido pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio Manuel da Fonseca.
Na sessão inaugural, foi destaque um diálogo intergeracional de alto nível sobre governação inclusiva, com a participação de chefes de Estado e de Governo, jovens líderes africanos e representantes da diáspora, seguido de um painel sobre água, paz e cooperação transfronteiriça.
O programa incluiu, ainda, debates sobre a diplomacia da água, a integração regional e os mecanismos de prevenção e resolução de conflitos, com a participação de responsáveis governamentais, diplomatas e especialistas de vários países africanos.
Sob o lema “Reforço da Governação da Água em África como Instrumento de Prevenção, Mediação e Resolução de Conflitos”, a 4.ª edição de Bienal de Luanda é uma iniciativa do Governo angolano, da União Africana (UA) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com o propósito de promover a cultura de paz e a cooperação na gestão sustentável dos recursos hídricos.ACC/CS




