O Índice de Inclusão Financeira em Angola passou de 49,97 por cento no quarto trimestre de 2025 para 51,73 por cento no primeiro trimestre deste ano.
Este resultado demonstra um progresso contínuo na utilização de contas bancárias, contas de moeda electrónica e outros serviços financeiros formais pela população, que reflecte o aumento no acesso e na utilização do sistema financeiro formal. A informação foi partilhada pelo Comité de Coordenação da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira em nota enviada ao Jornal de Angola. O órgão coordenado pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, e cuja operacionalidade é acompanhada pelo Banco Nacional de Angola, concluiu que, com este desempenho, o país mantém uma trajectoria positiva rumo ao alcance da meta de 65 por cento de inclusão financeira até 2027. O Comité constatou, igualmente, que, das 68 actividades previstas na ENIF, cerca de 75 por cento se encontram em implementação, 11,8 por cento já foram concluídas e 13,2 por cento permanecem por iniciar. “Entre os principais avanços, destacam-se a digitalização dos pagamentos dos programas sociais, a integração de novos serviços para liquidação através do KWiK, a elaboração do quadro regulamentar para o alargamento das fontes de financiamento das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) e do Seguro Agrícola, bem como o reforço das iniciativas de educação financeira”, lê-se no documento do órgão.




