Kwenda prevê apoiar 2,2 milhões de famílias

A segunda fase Programa Kwenda está a reforçar a estratégia nacional de combate à pobreza, ao prever o apoio a 2,2 milhões de agregados familiares até 2029.
A iniciativa vai expandir o alcance das transferências sociais monetárias nas zonas rurais e urbanas de todo o país. Esta nova etapa vai priorizar as comunidades rurais e as famílias vulneráveis das periferias urbanas, com acções direccionadas para pessoas com deficiência física, albinismo e em situação de exclusão social. As informações foram avançadas na FILDA pela especialista social e responsável da Área de Salvaguardas Ambientais e Sociais do Fundo de Apoio Social (FAS), Helena Farinha, que destacou o impacto do programa na melhoria das condições de vida das populações. A responsável sublinhou que esta fase dá continuidade ao trabalho anterior, assegurando o apoio às famílias já cadastradas e reforçando os mecanismos para que conquistem a autonomia económica.Até ao final deste ano, o programa prevê efectuar pagamentos a mais 646.185 famílias, aumentando significativamente o número de beneficiários em Angola. No domínio estratégico da inclusão produtiva, a meta ambiciosa é alcançar 122.500 beneficiários por meio de iniciativas integradas. Estas acções destinam-se ao fomento de pequenos negócios, ao fortalecimento da produção agrícola familiar e à dinamização directa das economias locais, gerando novas fontes de rendimento no interior do país. Helena Farinha realçou ainda que a expansão do programa para os municípios urbanos traz consigo a componente essencial de desenvolvimento do capital humano, com um foco prioritário na capacitação e inserção de cidadãos com necessidades específicas, garantindo que a modernização económica seja verdadeiramente inclusiva. A segunda fase Programa Kwenda está a reforçar a estratégia nacional de combate à pobreza, ao prever o apoio a 2,2 milhões de agregados familiares até 2029. A iniciativa vai expandir o alcance das transferências sociais monetárias nas zonas rurais e urbanas de todo o país. Esta nova etapa vai priorizar as comunidades rurais e as famílias vulneráveis das periferias urbanas, com acções direccionadas para pessoas com deficiência física, albinismo e em situação de exclusão social. As informações foram avançadas na FILDA pela especialista social e responsável da Área de Salvaguardas Ambientais e Sociais do Fundo de Apoio Social (FAS), Helena Farinha, que destacou o impacto do programa na melhoria das condições de vida das populações. A responsável sublinhou que esta fase dá continuidade ao trabalho anterior, assegurando o apoio às famílias já cadastradas e reforçando os mecanismos para que conquistem a autonomia económica. Até ao final deste ano, o programa prevê efectuar pagamentos a mais 646.185 famílias, aumentando significativamente o número de beneficiários em Angola. No domínio estratégico da inclusão produtiva, a meta ambiciosa é alcançar 122.500 beneficiários por meio de iniciativas integradas. Estas acções destinam-se ao fomento de pequenos negócios, ao fortalecimento da produção agrícola familiar e à dinamização directa das economias locais, gerando novas fontes de rendimento no interior do país. Helena Farinha realçou ainda que a expansão do programa para os municípios urbanos traz consigo a componente essencial de desenvolvimento do capital humano, com um foco prioritário na capacitação e inserção de cidadãos com necessidades específicas, garantindo que a modernização económica seja verdadeiramente inclusiva.


