A FILDA encerra hoje, após abertura na terça-feira e desde então os negócios estiveram no centro das atenções e dos noticiários, mas a "hora da garfada" sempre teve nas mais de 40 quiosques fixadas na Praça da Alimentação um espaço amigo, para amenas e cavaqueiras.
O lugar tornou-se num ponto de encontro entre visitantes, expositores e trabalhadores, o que contribuiu para tornar mais confortável a experiência de quem participa na maior feira económica do país. Nos seis dias, variedade de pratos da gastronomia nacional e internacional disputaram o apetite dos visitantes. Do mufete, calulu, grelhada mista e "fast food" ao cozido, bacalhau e feijoadas brasileiras e portuguesas, a FILDA teve de tudo, inclusive sakamadesso, fumbwa e vários quitutes. Para cada gosto, apetite e prazeres um preço. Eram preciso entre três e 30 mil kwanzas, de acordo com a opção prato escolhido. A Praça da Alimentação montada numa das zonas exteriores do recinto de realização da 41.ª Feira Internacional foi então um “santo lugar” para a hora de despistar a fome. Entre os visitantes faltava consensos em relação aos preços, pois o que para muitos era acessível, outros viam como proibitivos, aquilo que se cobrava por uma refeição de FILDA. Era a diversidade da festa e da capacidade de consumir. Para garantir a qualidade dos alimentos, os operadores fazem uma previsão diária da quantidade de refeições a preparar, procurando evitar desperdícios e assegurar que os produtos sejam servidos frescos.Na Praça da Alimentação não eram só e apenas serviços, tinha-se também empregabilidade temporária e promoção efectiva do “Feito em Angola”. As quiosques exibiam “menús” recheados de opções entre pratos principais e sobremesas cultivadas nos campos nacionais. VisitantesEugénio Mule, consumidor ouvido pela reportagem do Jornal de Angola, considerou positiva a experiência na praça alimentar, realçando a qualidade das refeições e o ambiente proporcionado pelo espaço. Já Daniela Rosário, que frequentou a zona alimentar desde a abertura da FILDA, afirmou estar satisfeita com a oferta encontrada no recinto, sobretudo pela possibilidade de escolher entre diferentes pratos.Por sua vez, Inácio José também consumidor fez uma avaliação positiva da alimentação disponibilizada, destacando o sabor das refeições e a organização das bancadas. Todos concordam com a valorização da produção nacional e das soluções mais avançadas que os restaurantes adaptados ao espaço procuram servir, afinal, o mais importante era degustar do bom e do melhor. Isaque Lourenço e Isabel Dungula




