A lista dos cinco principais destinos das exportações angolanas, no mês de Junho deste ano, viu entrar os Países Baixos e a Tailândia, mantendo a China como o principal parceiro e a Índia e a Espanha no top.
Em Maio, faziam parte da lista, a China, Indonésia, Índia, Espanha e Itália, como os destinos principais das vendas ao exterior. De acordo com o relatório sobre a Estatística do Comércio Externo, a Balança Comercial de Angola, em Junho, registou um saldo positivo na ordem de 1,16 biliões de kwanzas contra 1,21 biliões de kwanzas do período homólogo, como resultado do preço médio do petróleo bruto, principal produto de exportação. O saldo positivo (1,16 biliões de kwanzas), na comparação entre as compras e as vendas ao exterior de Junho, supera também os 1,07 biliões de kwanzas do mês de Maio. Este desempenho positivo fez com que o saldo comercial em Junho, quando comparado ao mês anterior, tivesse uma diminuição de 38,30 por cento, quando na relação entre Maio e Abril, a diminuição tinha sido de 48,22 por cento. Em termos percentuais, as vendas para a China representaram 39,75 por cento, em Junho. Em Maio, tinha sido 56,50 por cento. A Índia com 9,06 por cento das compras a Angola em Junho, no mês de Maio, representara 8,06 por cento. A Indonésia teve 8,58 por cento em Maio, mas em Junho não figurou no “Top 5”. Outro país que também esteve nos registos dos cinco maiores destinos das exportações, em Maio, foi a Itália, com 4,41 por cento. Em Junho, não consta do “Top 5”, embora o país europeu continue um forte e bem referenciado parceiro para Angola. A entrada, em Junho, dos Países Baixos (5,89 por cento) e da Tailândia (5,77 por cento) mostra também o consumo dos europeus e asiáticos em produtos de exportação angolano, fundamentalmente petróleo, combustíveis e gás (95,40 por cento), metais comuns (1,83 por cento) e pérolas, pedras e metais preciosos, bijutarias (0,82 por cento). Já no capítulo das importações (compras de Angola), os principais países de origem foram China (20,55 por cento), Estados Unidos da América (8,39 por cento), Ilhas Marshall (7,98 por cento), Países Baixos (7,33 por cento) e Portugal (7,29 por cento). Os principais grupos de produtos foram petróleo, combustíveis e gás (Refinados), com 32,08 por cento, máquinas e aparelhos, com 22,54 por cento, produtos alimentares com 8,77 por cento, veículos e outros meios de transporte, com 8,32 por cento e metais comuns com 6,94 por cento em relação ao valor total. A balança comercial é o registo da diferença entre as exportações (vendas para fora) e as importações (compras de fora) de bens de um país. O seu saldo pode ser positivo (superavit, quando se vende mais do que se compra) ou negativo (deficit, quando se compra mais do que se vende).




