Luanda - O posto de portagem da Barra do Kwanza, em Luanda, arrecada em média 40 milhões de kwanzas/mês, um valor ainda aquém para responder as necessidades da infra-estrutura rodoviária, disse esta quinta-feira, em Luanda, a presidente do Conselho de Administração do Fundo Rodoviários e Obras de Emergências (FROE), Ana Cristina.
Luanda - O posto de portagem da Barra do Kwanza, em Luanda, arrecada em média 40 milhões de kwanzas/mês, um valor ainda aquém para responder as necessidades da infra-estrutura rodoviária, disse esta quinta-feira, em Luanda, a presidente do Conselho de Administração do Fundo Rodoviários e Obras de Emergências (FROE), Ana Cristina.
Segundo a gestora, que falava durante a conferência de imprensa sobre as novas taxas nos postos de portagem, essas receitas ainda são insuficientes para dar resposta às necessidades de conservação e manutenção das infra-estruturas.
"Com essa arrecadação mensal, não conseguimos cobrir a necessidade crescente de manutenção da nossa malha rodoviária", enfatizou.
Esclareceu que, actualmente, já se faz pagamento por Referência Única de Pagamento ao Estado (RUPE) no referido posto de portagem, para prestar o serviço de cobrança com maior eficiência.
Recordou que, nesta altura, o país possui duas portagens, nomeadamente a Barra do Kwanza e a Serra da Leba.
Sublinhou ainda que está em construção os postos de Changongo, província do Cunene e de Maria Teresa, no Icolo e Bengo.
As novas taxas de portagem constam no Decreto Presidencial n.° 147/26, que visa assegurar uma fonte de receita directa destinada à conservação e manutenção das infra-estruturas rodoviárias de elevado tráfego no país.
O Fundo Rodoviário e Obras de Emergência é designado encarregado da cobrança dos montantes aos condutores de veículos motorizados. AMC/QCB



