A Feira Internacional de Luanda (FILDA) regista uma evolução positiva na diversidade, inovação e participação de expositores dos sectores público e privado, tanto nacionais como estrangeiros.
Esta forte presença constitui um sinal afirmativo para o desenvolvimento económico de Angola, reconheceu ontem o antigo Vice-Presidente da República Bornito de Sousa, durante uma visita efectuada aos pavilhões do certame, na Zona Económica Especial (ZEE). Satisfeito com o que viu, Bornito de Sousa sublinhou que visita anualmente a maior bolsa de negócios do país por considerá-la uma amostra objectiva do potencial e das necessidades de Angola. Para o ex-governante, a Feira reflecte com precisão o avanço de várias iniciativas económicas, com realce para a indústria, o agronegócio e outras áreas produtivas. Acompanhado pelo ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns de Oliveira, Bornito de Sousa iniciou o percurso no Pavilhão 3, reservado aos expositores internacionais. A primeira paragem ocorreu no stand institucional do Ministério da Indústria e Comércio, focado na exposição de bens manufacturados e transformados sob o selo “Feito em Angola”, oriundos de várias unidades industriais do país. No segmento internacional, o primeiro contacto foi com a representação da China, especificamente no espaço onde está exposto o projecto do Centro de Fabricação em África. Seguiram-se os stands da Indústria Mundo de Aço, Portugal, Ghana, Endiama e Turquia. Já no Pavilhão 2, dedicado à diversidade de vários sectores — com ênfase na indústria automóvel, construção civil e telecomunicações —, o ex-Vice-Presidente visitou os stands da Cimangola e da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA). Antes disso, passou pelas áreas de exposição dos Portos, da TAAG e de outras empresas logísticas. No espaço da Huíla, apreciou a montra local e recebeu explicações sobre a Expo-Huíla, um dos maiores eventos da região Sul do país, agendado para o próximo mês de Agosto. Na passagem pelo Grupo OPAIA, informou-se sobre os principais projectos do ramo automóvel e conheceu o projecto AMUFERT, empresa de direito angolano focada na produção e comercialização de fertilizantes. A visita terminou no Pavilhão 1, dedicado ao sector da produção nacional, ao agronegócio e ao sistema bancário. No espaço do Banco Nacional de Angola (BNA), Bornito de Sousa inteirou-se dos principais serviços promovidos pelo Banco Central. O percurso incluiu ainda passagens pelos stands do BPC (Banco de Poupança e Crédito), BDA (Banco de Desenvolvimento de Angola) e do Standard Bank, que levou para o certame projectos de sustentabilidade com impacto directo nas comunidades.




