A venda de sexo deixou de ser um negócio exclusivo para as mulheres, estas cognominadas como ‘garotas de programa’ ou prostitutas (termo mais conhecido). Cercados por preconceito, religião e silêncio, os jovens homossexuais encontraram nos Apps uma vitrine para vender sexo a outros homens. Longe das ruas e das “garotas de programa”, nasceu um mercado novo, invisível e em expansão, à distância de um clique
E se alguém dissesse que o ‘negócio do prazer’ deixou de ser uma exclusividade das senhoras e passou a contar também com rapazes homossexuais que recebem valores em troca do sexo? A resposta a esta pergunta não se limita a um “sim” ou a um “não”, mas em histórias a que este jornal teve acesso por via de uma reportagem em que foi possível ouvir jovens que se consideram “garotos de programa”. Estes preferem actuar de forma clandestina, usando a rede social Grindr como o meio de divulgação dos serviços, marcando encontros e estabelecendo as condições com os clientes.
Germano Notícia
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