Lobito – O primeiro link da rede de banda larga de fibra óptica, com capacidade inicial de 200 Gigabytes de transmissão de dados para serviços de telecomunicações, foi inaugurado, esta quarta-feira, na cidade do Lobito, província de Benguela, com vista à cobertura de toda a região.
Lobito – O primeiro link da rede de banda larga de fibra óptica, com capacidade inicial de 200 Gigabytes de transmissão de dados para serviços de telecomunicações, foi inaugurado, esta quarta-feira, na cidade do Lobito, província de Benguela, com vista à cobertura de toda a região.
A inauguração esteve a cargo do ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, ladeado pelo governador de Benguela, Manuel Nunes Júnior.
Em declarações à imprensa, o administrador executivo para a área de Operações da Angola Telecom, Rock Dinis, explicou que se trata de um projecto de âmbito nacional, que deverá abranger as 21 províncias do país.
Para a implementação do projecto, a Angola Telecom trabalha em parceria com a empresa angolana Mercury, que actua igualmente no sector das telecomunicações e serviços digitais.
“Esta é uma rota que inicia em Luanda, passa pelas províncias do Bengo, Cuanza-Sul, até Benguela, através de cabos de fibra óptica”, explicou.
O responsável revelou que, na instalação dos equipamentos, foi utilizada tecnologia de ponta, nomeadamente o sistema DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing), que permite multiplicar a capacidade de transmissão de dados de uma única fibra óptica, através da utilização simultânea de diferentes comprimentos de onda da luz.
Rock Dinis informou que, numa próxima fase, serão contempladas as províncias do Huambo, Namibe e Cabinda.
Quanto à manutenção dos equipamentos, garantiu estar assegurada, tendo em conta a experiência de mais de 34 anos da Angola Telecom na prestação deste tipo de serviços.
Relativamente aos telefones fixos, que têm vindo a perder utilização, sobretudo entre os particulares, esclareceu que o serviço continua funcional.
Explicou, no entanto, que os modelos antigos contêm cobre, material que tem sido alvo de furto para comercialização no mercado de sucata.
“Temos sofrido várias acções de vandalismo e, como alternativa, passámos a adaptar-nos às novas tecnologias para continuar a fornecer o mesmo serviço”, afirmou.
Acrescentou que a evolução tecnológica permite adaptar o serviço aos telemóveis e a outros equipamentos.
Fundada em 1992, a Angola Telecom é a empresa pública que actua no sector das telecomunicações e multimédia em Angola. TC/CRB




