Luanda - O programa de reestruturação da TAAG - Linhas Aéreas de Angola registou uma execução global de 53%, com a conclusão de 263 metas das 698 previstas.
Luanda - O programa de reestruturação da TAAG - Linhas Aéreas de Angola registou uma execução global de 53%, com a conclusão de 263 metas das 698 previstas.
Em comunicado saído da 2ª Reunião de Quadros da Companhia, dedicada à avaliação do processo de transformação em curso, a companhia ressalta que o plano de reestruturação reduziu as despesas operacionais em 25,7 mil milhões de dólares.
Refere que o programa de transformação, que integra 53 alavancas estratégicas e 300 entregáveis (passíveis de ceder), visa a consolidação da sustentabilidade financeira e a optimização dos processos internos da instituição.
No domínio financeiro, os indicadores apontam para uma execução da despesa fixada em 25,7 milhões de dólares abaixo do orçamento aprovado, resultado atribuído a uma gestão mais disciplinada e com maior rigor e controlo de custos.
A par disso, no último semestre a TAAG gerou 19,2 milhões de dólares em caixa operacional, evidenciando um quadro “promissor e de capacidade organizacional e cumprimento dos compromissos financeiros de curto e médio prazo”.
No documento enviado à ANGOP, a TAAG destaca ainda a recuperação e devolução ao serviço de cinco aeronaves, “facto que contribui para o reforço progressivo da capacidade operacional da frota”.
Em relação à componente comercial, dá conta que a companhia registou um crescimento de 30% da sua rede no continente africano, passando de 10 para 13 destinos, após a autorização para a abertura de três novas rotas regionais: Accra (Gana), Dakar (Senegal) e Praia (Cabo Verde).
Salienta que a companhia está a implementar uma nova dinâmica de planeamento e acompanhamento da execução através do “GO TAAG 360”, instrumento que permite monitorizar prioridades, responsabilidades, prazos e resultados de forma regular e transversal à organização.
Citado pela nota, o presidente do Conselho de Administração da TAAG, Clóvis Rosa, revelou que a transformação da companhia de bandeira nacional deve ser medida pelos resultados produzidos e não apenas pelas iniciativas lançadas ou pelos planos aprovados.
Para si, a responsabilidade colectiva não significa responsabilidade diluída. “Cada um conhece o seu papel, cumpre-o e responde por ele, é esta cultura que temos de fortalecer”, vincou o gestor.
O processo de reestruturação da TAAG- Linhas Aéreas de angola iniciou formalmente em Setembro de 2018, quando o Titular do Pode Executivo decretou a transformação da empresa pública em Sociedade Anónima (TAAG,SA).
Desde então, o programa desdobrou-se em várias etapas essenciais com aprovação, em 2019, do plano de reestruturação focado essencialmente na modernização da frota de aeronáveis.
A TAAG voa actualmente para 13 destinos domésticos e 12 internacionais. Além do transporte de passageiros, a sua frota realiza serviços de carga aérea, fundamentais para o desenvolvimento do ecossistema logístico e económico local. OPF/DC



