O sector segurador angolano deve manter-se protegido contra práticas de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, através da implementação efectiva de normas e orientações emitidas pelas autoridades competentes.
A afirmação foi feita ontem em Luanda na abertura do seminário sobre a “Implementação de Sanções Financeiras Específicas e a Apresentação do Guia de SFE no sector dos Seguros, Resseguros e Fundos de Pensões” pela presidente do Conselho de Administração da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG).
De acordo com a gestora da ARSEG, a conformidade não constitui uma responsabilidade exclusiva dos responsáveis pelo compliance, mas um compromisso que envolve osa todos os níveis das organizações.
Também afirmou que os mecanismos de controlo só serão verdadeiramente eficazes quando estiverem integrados na cultura institucional, nos processos de tomada de decisão e nas operações quotidianas das entidades supervisionadas.
Um outro dado importante, partilhado por Filomena Manjata, foi de que o sucesso da formação não deverá ser avaliado apenas pelo número de participantes ou pela quantidade de orientações transmitidas, mas também pelas melhorias concretas introduzidas nas práticas das instituições do mercado.
O seminário encerra hoje, em Luanda, com o foco direccionado para o cumprimento normativo do mercado. O encontro contou com a participação de técnicos da UIF, que abordaram o enquadramento das sanções financeiras específicas e detalharam as obrigações legais que as entidades supervisionadas devem aplicar de forma célere para mitigar riscos no sistema financeiro.
Quissanga Quindai




