DStv Stream passa a integrar Smart TVs Samsung em 18 países africanos

Os consumidores de vários mercados africanos passarão a ter acesso mais directo aos conteúdos da plataforma DStv Stream através das Smart TVs Samsung, na sequência da expansão de uma parceria estratégica entre o CANAL+, empresa mãe detentora do Grupo MultiChoice e a Samsung Electronics.
Desde o mês de Junho, a aplicação DStv Stream passou a estar pré-instalada em todas as novas Smart TVs Samsung comercializadas em 18 países africanos, entre os quais Angola, África do Sul, Nigéria, Quénia, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbabué. A iniciativa representa a primeira vez que uma aplicação de streaming do Grupo MultiChoice é disponibilizada de forma nativa nos equipamentos da fabricante sul-coreana nestes mercados.
Com a integração, os utilizadores poderão aceder directamente, a partir do ecrã inicial dos televisores, aos conteúdos disponibilizados pela plataforma de streaming, que incluem transmissões desportivas internacionais, entretenimento local e produções de diversos mercados.
A medida surge num contexto de crescente adopção de serviços digitais e de alterações nos hábitos de consumo audiovisual em África, onde um número cada vez maior de espectadores opta por conteúdos sob demanda e plataformas de streaming acessíveis através de dispositivos conectados.
A expansão da colaboração entre o CANAL+ e a Samsung dá continuidade a uma parceria já existente em dezenas de mercados da Europa, África francófona e Ásia. Segundo as empresas envolvidas, o objectivo passa por facilitar o acesso aos conteúdos digitais e melhorar a experiência dos utilizadores através de uma maior integração tecnológica.
Para David Mignot, CEO do CANAL+ África e do Grupo MultiChoice, a iniciativa reflecte a evolução do sector audiovisual no continente e a necessidade de acompanhar as mudanças nas preferências do público, reforçando a presença dos serviços digitais em dispositivos cada vez mais utilizados pelos consumidores.
A integração da DStv Stream nas Smart TVs Samsung é vista como mais um passo na transformação do ecossistema de entretenimento digital africano, num momento em que operadores de televisão paga, plataformas de streaming e fabricantes de tecnologia procuram responder à crescente procura por conteúdos acessíveis em múltiplos dispositivos.



