“Nem tudo o que dói é castigo, muitas vezes é direcção”, declara Carmen Mouro

Após o “encerramento” de 2025, Carmen Mouro olha para trás e descreve o ano como um período intenso, difícil de traduzir em palavras, mas marcado por vivências profundas e transformadoras.
Numa reflexão intensa e emocional, Carmen destaca que os momentos mais difíceis foram, paradoxalmente, os que mais ensinaram. Mais do que vitórias visíveis, foram as quedas que trouxeram clareza, maturidade e consciência sobre quem permanece quando tudo treme e quem caminha ao lado quando o brilho se apaga.
Para 2026, a empresária declara não trazer promessas vazias, mas sim um compromisso com a verdade nos sentimentos, nas escolhas, nas relações e nos sonhos, defendendo “uma vida menos apressada e mais sentida, onde ser inteiro se torna um acto de resistência num mundo que insiste em fragmentar as pessoas”.
“
Aprendi que nem tudo o que dói é castigo muitas vezes é direcção que o tempo não atrasa, prepara e que a paz interior valer mais do que qualquer aplauso exterior. 2026 chega sem promessas vazias.
Chega pedindo verdade, verdade nos sentimentos, nas escolhas, nas relações e nos sonhos.
Chega a lembrar-nos que a vida não é sobre correr, mas sobre sentir. Sobre ser inteiro, mesmo quando o mundo insiste em fragmentar-nos.
Carmen concluiu a sua reflexão desejando”Que 2026 seja um ano de consciência, de cura, de coragem e de abundância não apenas material, mas emocional, espiritual e afectiva”,
“Feliz Ano Novo que venha 2026, com mais essência e menos ruído”, declarou.
Por: Airiana Mateus


