De acordo com Haq, até 25 de Julho, as autoridades nacionais de saúde registaram 3.200 casos confirmados da doença nas províncias de Ituri, Kivu do Norte, Kivu do Sul, Haut-Uele e Tshopo. Pelo segundo dia consecutivo, foram notificados mais de 100 novos casos confirmados.
“As Nações Unidas, juntamente com os seus parceiros, continuam a apoiar as autoridades nacionais nas ações de vigilância epidemiológica, rastreamento de contactos, testes laboratoriais e cuidados aos pacientes”, afirmou o porta-voz.
No âmbito da resposta humanitária, o Programa Mundial de Alimentos (PMA) distribuiu mais de 140 mil refeições quentes e assistência alimentar a mais de 23 mil pacientes, contactos e pessoas vulneráveis afectadas pelo surto nas províncias de Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul.
Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com outras organizações, realizou mais de 27 mil visitas domiciliárias para apoiar a identificação e o acompanhamento de casos suspeitos nas comunidades afectadas.
As autoridades de saúde manifestam preocupação com a evolução do surto, alertando que o aumento contínuo do número de infecções poderá agravar a pressão sobre os serviços de saúde e dificultar os esforços de resposta coordenados pelas Nações Unidas.
Segundo dados oficiais, o número de mortes já ultrapassa 1.400. As autoridades indicam que o actual surto é provocado pelo vírus Bundibugyo, uma das espécies do vírus Ébola.




