Daniel Chapo pede acção conjunta da CPLP na mitigação das mudanças climáticas

O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, pediu, esta segunda-feira, uma "acção comum da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) face às consequências das mudanças climáticas no país.
"Dados recentes sobre as mudanças climáticas indicam que o nosso país está entre os dez mais vulneráveis do mundo aos impactos climáticos extremos. Esta realidade exige uma acção coordenada, inteligente e solidária, não só ao nível político, mas essencialmente ao nível dos especialistas da nossa comunidade", disse o chefe de Estado, no 11.º Congresso de Planeamento e Gestão de Zonas Costeiras de Países de Expressão Portuguesa.
Ao intervir na abertura do evento, em Maputo, que decorre em simultâneo com o 16.º Simpósio de Hidráulica e Recursos Hídricos, Chapo pediu aos técnicos presentes, nomeadamente de Portugal, Brasil e Cabo Verde, além de moçambicanos, a "partilha de experiências, soluções implementadas e inovações estudadas", reportou a Lusa.
Destacou que Moçambique aumentou o tempo de antecipação dos avisos dos eventos extremos, que, em 2016, era de um dia e, agora, passou a seis dias de antecipação, "o que permitiu reduzir, significativamente, os impactos associados, com maior destaque para prevenção da perda de vidas humanas" no país.



