Harmonia Seguros ambiciona ser a principal insurtech de Angola com processos simplificados

A Harmonia Seguros ambiciona ser a principal insurtech de Angola, com uma capacidade digital simplifica, democratizando o acesso aos seguros através de soluções inovadoras, acessíveis e personalizadas, garantindo protecção e tranquilidade.
A companhia de direito angolano, que surge com o compromisso de reforçar a credibilidade e autorizada pela Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), arrancou com as actividades em Janeiro deste ano.
Em entrevista à Forbes África Lusófona, o membro fundador da Comissão Instaladora e Presidente do Conselho de Administração, Elissandro de Sousa, disse que pretendem demonstrar ao mercado que é possível estar mais próximo das empresas, assegurando os riscos combinado com uma abordagem ajustada às reais necessidades.
Questionado sobre os pilares que asseguram o surgimento da seguradora, o PCA apontou a melhoria da qualidade do atendimento ao cliente, ou seja, surge das reclamações que o mercado tem estado a demonstrar ou a manifestar.
“Aliás, costumo dizer que nós, como seguradora nova no mercado, temos a obrigação de começar já com o escrutínio que nos é requisitado pelo próprio regulador e pelo próprio mercado. Portanto, temos a exigência de estar já acima daquilo que é esperado, por sermos a mais nova seguradora do mercado”, enfatizou.
O Presidente do Conselho de Administração destacou as soluções claras, digitais e centradas no cliente sem complicações, sem burocracias e com decisões rápidas.
“Com uma equipa experiente e uma visão moderna do sector, estamos a construir uma seguradora ágil, humana e inovadora, preparada para responder aos desafios de hoje e às oportunidades de amanhã”, assegurou.
O responsável avançou que a Harmonia Seguros actua no ramo Não Vida, que abrange acidentes de trabalho, seguro de saúde, seguro de caução, seguro automóvel e multirriscos.
Elissandro de Sousa ressaltou que o sector segurador actualmente está bastante competitivo, com algumas mudanças estruturantes, tendo em conta a entrada e saída de vários players.
“Estamos a observar agora a entrada da Mulemba Re, que é a primeira resseguradora nacional. Acreditamos ser uma abordagem crucial, ela vem num momento bastante importante, porque vai possibilitar as seguradoras aderir ao risco local com recursos locais, noutrora era necessário enviar os riscos para fora. Agora a Mulemba tem que dar outros passos, no sentido de aportar maior robustez naquilo que é o seu capital, de modo a conseguir atender a riscos com outra magnitude”, acrescentou
No quadro da responsabilidade social, o Presidente do Conselho de Administração garante caminhar com a Associação Unidos por uma Angola Melhor (UPAM), servindo as comunidades mais desfavorecidas, oferecendo soluções construtivas de baixo custo, utilizando materiais locais.
O objectivo da associação é atender às necessidades educacionais e acadêmicas, com ênfase na alfabetização, na prática esportiva, na agricultura comunitária e no ensino técnico-profissional.
Através do projecto Uhenha, a ONG materializa o projecto Uhenha, foi concebido com destaque inicial para as salas de aula. A partir desse modelo, desenvolve um espaço completo com refeitório, instalações sanitárias, oficina e até uma capela, utilizando uma variedade de materiais, como eucalipto, bambu e até mesmo paletes de madeira para criar o mobiliário.


