A Embaixada de Israel em Angola assinalou os três anos dos ataques de 7 de Outubro de 2023, reafirmando o compromisso com a memória das vítimas, a defesa da soberania e a segurança dos cidadãos israelitas.
No comunicado, a representação diplomática recorda que os acontecimentos ocorreram durante o Simchat Torah e o Shabat, datas de significado religioso para a comunidade judaica.
Segundo a Embaixada de Israel, o ataque foi executado por entre seis mil e sete mil pessoas, a maioria das quais, segundo a mesma fonte, pertencentes ao Hamas e à Jihad Islâmica.
A representação diplomática afirma que os ataques provocaram a morte de aproximadamente 1.200 pessoas e o sequestro de 251 reféns, levados para a Faixa de Gaza, onde, segundo o comunicado, foram submetidos a maus-tratos, torturas e privações.
A Embaixada refere igualmente que 1.318 membros das Forças de Defesa de Israel morreram desde o início do conflito.
Perante os acontecimentos, Israel afirma continuar a actuar no âmbito do direito internacional e do direito à legítima defesa, com o objectivo declarado de desmantelar estruturas que considera terroristas e neutralizar ameaças regionais.
No comunicado, Israel atribui essas ameaças ao regime iraniano e aos seus aliados e considera que a sua neutralização é necessária para o restabelecimento da estabilidade e para a promoção de uma paz duradoura no Médio Oriente.
Israel apela à comunidade internacional para adoptar uma abordagem que considera equilibrada em relação ao conflito e reafirma a intenção de trabalhar com parceiros estratégicos, incluindo Angola, nas áreas da cooperação, segurança internacional e promoção da paz.




