Mais de 15 mil cidadãos do Malawi deixaram a África do Sul devido a crise de xenofobia

A crise de xenofobia que se vive na Àfrica do Sul, já forçou a saída de 15.000 malawianos dpaís.
A pressão aumenta à medida que 30 de junho se aproxima, uma data uninominalmente definida por grupos de cidadãos como ultimato para a saída de migrantes ilegais.
O prazo vem após semanas de protestos, ataques a empresas estrangeiras e ameaças.
Na última sexta-feira, milhares de outras pessoas aguardavam em acampamentos improvisados permissão para sair do país.
Três pessoas foram mortas, incluindo dois moçambicanos e um malauiano. Em Durban e Pietermaritzburg, no sudeste do país, migrantes aguardam ônibus para uma viagem de dois mil quilómetros até o Malawi.
A Autoridade de Gestão de Fronteiras da África do Sul afirma que coordenou a repatriação de mais de 8.200 estrangeiros, principalmente malauianos, mas também zimbabuanos, entre 12 e 24 de junho, na passagem de fronteira de Beitbridge.





