Nações Unidas - As Nações Unidas (ONU) apostam hoje no uso da inteligência artificial (IA) para promover a paz, a segurança e os direitos humanos de forma equitativa e inclusiva.
Nações Unidas - As Nações Unidas (ONU) apostam hoje no uso da inteligência artificial (IA) para promover a paz, a segurança e os direitos humanos de forma equitativa e inclusiva.
No seu site oficial, citado pela Prensa Latina, a organização afirmou que agências como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) utilizam IA para atingir objectivos como a educação de crianças com dificuldades de aprendizagem e daquelas que vivem em comunidades remotas.
O UNICEF criou a iniciativa Livros Didácticos Digitais Acessíveis para Todos, com o objectivo de levar materiais de estudo a crianças com deficiência em todo o mundo.
Embora o programa já existisse antes, a versão actual, com auxílio de inteligência artificial, opera em 17 países, alcança quase dois milhões de crianças e tem como objectivo expandir para 50 nações até 2030, observou a organização.
Por sua vez, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente utiliza inteligência artificial para analisar dados de satélite, detectar grandes vazamentos de metano e notificar governos e empresas.
“Essa ferramenta é de 12 a 15 vezes mais rápida e precisa do que os humanos. Já emitimos 7.500 alertas, que levaram a 42 medidas de mitigação nos últimos dois anos”, informou o director da divisão de Mudanças Climáticas, Martin Krause.
Entretanto, a Organização Mundial da Saúde está a promover o uso de novas tecnologias em casos como a busca de sinais de tuberculose em raios-X, o que permite um progresso mais rápido no processo de diagnóstico e tratamento.
A identificação precoce ajuda a reduzir o número de pessoas infectadas na comunidade, o que, por sua vez, reduz a transmissão. MCN




