O Papa Leão XIV apelou, neste domingo, à comunidade internacional para reforçar o trabalho de prevenção contra o Ébola na República Democrática do Congo.
A epidemia já causou mais de 2.500 mortes em três meses, tornando-se a mais letal da história do país.
Segundo o Vaticanews, durante o Angelus, o Pontífice recordou em oração as vítimas e encorajou uma resposta conjunta que envolva também as comunidades locais, para “salvar muitas vidas humanas”.
"Queridos irmãos e irmãs, nas minhas orações, recordo frequentemente a República Democrática do Congo, especialmente devido à propagação da epidemia de Ebola, que, infelizmente, está causando muitas vítimas. Encorajo uma resposta por parte da comunidade internacional, que envolva também as comunidades locais no trabalho de prevenção para salvar muitas vidas humanas.” disse o Potífice.
O vírus responsável pela doença é a estirpe Bundibugyo, para a qual não existem vacinas ou tratamentos específicos, o que agrava a crise num sistema de saúde fragilizado e em contexto de conflitos armados.
A ONU alertou que o surto avança de forma exponencial.
Por outro lado, estudos recentes, como o publicado na revista Nature Microbiology, revelam que o vírus pode permanecer em regiões do sistema nervoso central mesmo após a fase aguda, aumentando os desafios para a ciência e para o controlo da transmissão.
O Papa Leão XIV apelou, neste domingo, à comunidade internacional para reforçar o trabalho de prevenção contra o Ébola na República Democrática do Congo.
A epidemia já causou mais de 2.500 mortes em três meses, tornando-se a mais letal da história do país.
Segundo o Vaticanews, durante o Angelus, o Pontífice recordou em oração as vítimas e encorajou uma resposta conjunta que envolva também as comunidades locais, para “salvar muitas vidas humanas”.
"Queridos irmãos e irmãs, nas minhas orações, recordo frequentemente a República Democrática do Congo, especialmente devido à propagação da epidemia de Ebola, que, infelizmente, está causando muitas vítimas. Encorajo uma resposta por parte da comunidade internacional, que envolva também as comunidades locais no trabalho de prevenção para salvar muitas vidas humanas.” disse o Potífice.
O vírus responsável pela doença é a estirpe Bundibugyo, para a qual não existem vacinas ou tratamentos específicos, o que agrava a crise num sistema de saúde fragilizado e em contexto de conflitos armados.
A ONU alertou que o surto avança de forma exponencial.
Por outro lado, estudos recentes, como o publicado na revista Nature Microbiology, revelam que o vírus pode permanecer em regiões do sistema nervoso central mesmo após a fase aguda, aumentando os desafios para a ciência e para o controlo da transmissão.




