O Papa Francisco mostrou-se preocupado com a situ ação no Iémen, especialmente em Taiz, e pediu orações pelas vítimas do atentado terrorista contra uma igreja ortodoxa na Jordânia
O Papa também falou sobre a sua recuperação pós-cirúrgica e o 40º aniversário do encontro inter-religioso em Assis. Sobre a “grave situação no Iémen”, e durante a oração do Angelus na Praça de São Pedro, o Papa referiu que a população sofre com falta de alimentos, água e assistência médica, lançando “um forte apelo” para que cessem as hostilidades permitindo ao povo iemenita e a todos os povos da região a possibilidade de “viverem em paz”.
Já sobre o atentado terrorista perpetrado contra os fiéis da igreja ortodoxa de São Jorge, em Hamud, na Jordânia, lembrou ter causado nove mortos e perto de 40 feridos, apelando à promoção do diálogo e da paz face à violência.
No segundo Angelus após a intervenção cirúrgica a que foi submetido a um nódulo nos pulmões, no passado dia 13, o Papa lembrou a sua “proximidade” com essa comunidade e com todo o país, “que se distingue pela convivência pacífica e pelo respeito entre as diferentes religiões”.
Leão XIV recordou também que, no dia 27, se celebra, em Assis, o 40.º aniversário do histórico encontro inter-religioso convocado por João Paulo II, onde não estará presente mas ao qual se unirá “espiritualmente” aos chefes das igrejas e dos líderes religioso que se reunirem na cidade italiana.
Num comunicado publicado pelo Serviço de Imprensa do Vaticano, explica-se que “dado o pouco tempo decorrido desde a cirurgia, os médicos assistentes não consideram aconselhável a viagem de helicóptero prevista para 27 de Outubro”.
De qualquer modo, o boletim médico desta sexta-feira salientou que “conforme previsto, o Santo Padre foi submetido a uma radio grafia de tórax de controlo”, tendo o exame confirmado “a sua excelente evolução pós-operatória”.




