Carolina do Norte - A presença de um ministro russo lançou uma sombra na cimeira do G-20 que encerrou terça-feira nos EUA, num altura em que Washington espera que os seus aliados se juntem à sua ofensiva económica contra o Irão.
Carolina do Norte - A presença de um ministro russo lançou uma sombra na cimeira do G-20 que encerrou terça-feira nos EUA, num altura em que Washington espera que os seus aliados se juntem à sua ofensiva económica contra o Irão.
"Este não é o momento de normalizar a Federação Russa ou a sua presença nesta reunião", disse, terça-feira, aos jornalistas o comissário europeu Valdis Dombrovskis.
Os EUA organizam este ano várias reuniões no âmbito do G-20, que inclui Estados como a China, a Índia, o Japão ou a França, no seu território.
Na dos ministros das Finanças, Bessent realçou as suas políticas, descrevendo-as como "combustível para o crescimento", e procurou convencer os presentes a isolarem mais o Irão.
"Muito poucas reuniões recentes do G-20 terminaram com avanços significativos, e é pouco provável que esta seja excepção", disse James Lindsay, do grupo de reflexão Council on Foreign Relations, à AFP.
“Não penso que esta cimeira tenha a receita do sucesso, dado o descontentamento de numerosos ministros do G-20 face à participação do ministro russo das Finanças ou a exclusão da África do Sul", salientou.
Membro permanente do grupo, tal como a Federação Russa, a África do Sul foi afastada pelos EUA, que acusam regularmente as autoridades sul-africanas de perseguir os rancheiros brancos. MCN




