Havana - O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, assegurou que Cuba e o seu povo saberão resistir ao novo ataque norte-americano e que os Estados Unidos permanecerão na "vergonhosa lista de Estados terroristas".
Havana - O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, assegurou que Cuba e o seu povo saberão resistir ao novo ataque norte-americano e que os Estados Unidos permanecerão na "vergonhosa lista de Estados terroristas".
Ao comentar as sanções mais recentes impostas pelos Estados Unidos contra a ilha, o Presidente observou que "os executores parecem ter escolhido as quintas-feiras para divulgar as suas listas negras com os nomes de pessoas e instituições cujo único crime é servir a Cuba, por enfrentarem o bloqueio genocida".
“Saberemos como resistir e vencer. E os EUA permanecerão na vergonhosa lista de Estados genocidas”, salientou o estadista, citado pela Prensa Latina.
Quinta-feira, o Departamento de Estado dos EUA anunciou sanções contra três funcionários do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), nomeadamente o seu presidente, Fernando González, a vice-presidente, Noemí Rabaza, e a directora para a América do Norte, Leima Martínez.
Como parte da escalada da perseguição e da pressão máxima exercida pelo Governo de Donald Trump contra Cuba, a medida punitiva do Gabinete de Controlo de Activos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro adicionou nove empresas e entidades da ilha à lista.
Entre as entidades figuram a Acinox Comercial, Geominsal, Metalcuba e Empresa de Níquel Comandante Ernesto Che Guevara, bem como o Ministério da Construção e a Agência de Contratação de Representações Comerciais SA.
Do mesmo modo, a Coratur SA, a Transimport e a Consumimport, três empresas do Grupo Empresarial de Comércio Externo (Gecomex), já foram penalizadas por Washington.
O documento divulgado pela autoridade norte-americana justificou a nova ronda de sanções com base no relatório do Departamento de Estado de 20 de Julho, intitulado "Cuba: A Capital do Comunismo do Século XXI", que foi rejeitado por Havana.
Antes, o ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, havia afirmado que, “na sua obsessão fracassada” contra Cuba, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, incorporou agora directores e funcionários.
Rodríguez afirmou, na sua conta na rede social Telegram, que Rubio continua a punir as empresas cubanas com o propósito deliberado de afectar a economia e impedir que o Governo cubano garanta os serviços básicos à população, que, por si só, "se encontra em situação crítica devido ao bloqueio". CV




