Os novos dados foram divulgados pelo presidente do Parlamento da Venezuela, Jorge Rodríguez, que informou igualmente que 60.992 pessoas receberam tratamento nos hospitais devido aos ferimentos provocados pelos abalos.
O último balanço oficial tinha sido apresentado a 24 de Julho, um mês depois dos sismos de magnitude 7.2 e 7.5 que causaram destruição em várias localidades do país.
Entre as vítimas encontram-se também cidadãos portugueses e lusodescendentes. Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, o número de mortos mantém-se em 136, dos quais 108 eram adultos e 28 menores. A maioria possuía igualmente nacionalidade venezuelana.
As autoridades portuguesas informaram ainda que cinco portugueses continuam desaparecidos, enquanto prosseguem as operações de busca e identificação.
Com a actualização do número de vítimas, a tragédia reforça a dimensão dos danos humanos provocados pelos dois sismos, que continuam a mobilizar as autoridades venezuelanas e organizações de assistência às populações afectadas.




