São Tomé e Príncipe viveu, ontem, o último dia de campanha eleitoral para as presidenciais marcadas para amanhã, com o dia de hoje reservado para a reflexão.
Com dois dos quatro candidatos sem praticamente qualquer actividade de campanha, pelo menos na última semana, as atenções viraram-se para os comícios finais de Nito d’Abreu, apoiado pela Acção Democrática Independente (ADI), e Carlos Vila Nova, que tenta a reeleição com o apoio do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe-Partido Social Democrata (MLSTP-PSD). Ambos encerraram a campanha com comícios na capital do país, num momento em que todas as missões de observação eleitoral se encontram no terreno, com destaque para a União Europeia, União Africana e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais neste domingo: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas d’Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Miqueis João Bonfim, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal. Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África. O chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia para São Tomé e Príncipe, o eurodeputado português Sérgio Humberto, declarou que o objectivo da missão é que tudo corra bem por São Tomé e Príncipe e o seu povo, assegurando reuniões com todos os candidatos.




