Brasília - Com a vitória de Lula nas eleições de 2026 contra Flávio Bolsonaro, a onda de direita na América do Sul, com apoio do presidente americano, Donald Trump, perdeu um pouco de força.
Brasília - Com a vitória de Lula nas eleições de 2026 contra Flávio Bolsonaro, a onda de direita na América do Sul, com apoio do presidente americano, Donald Trump, perdeu um pouco de força.
De acordo com a Central Brasileira de Notícias, o maior país da região acabou não aderindo ao movimento na votação em segunda volta.
Com isso, o Brasil, ao lado do Uruguai, Venezuela, Guiana e Suriname, são os representantes da esquerda no continente.
A direita tem o controlo da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai e Equador.
Líderes de direita e extrema-direita da América Latina publicaram nas redes sociais parabenizando ou até mesmo ligaram para o presidente reeleito do Brasil, Lula da Silva (PT), no domingo (25) e segunda-feira (26). Entre esses, a grande maioria são aliados do governo dos Estados Unidos.
Um dos casos foi do presidente do Chile, José Antônio Kast, que afirmou ter ligado para Lula para o parabenizar.
Já Rodrigo Paz, presidente da Bolívia, destacou que foi uma 'vitória democrática' e que os países são 'vizinhos e irmãos'.
A presidente do Peru, Keiko Fujimori, foi mais uma a parabenizar, ainda dando 'saudações ao povo brasileiro por esta jornada democrática'.
Santiago Peña, do Paraguai, também afirmou que foi uma 'grande jornada democrática' e que os países 'compartilham uma agenda comum de integração e desenvolvimento'.
O presidente do Panamá, José Molino, também saudou a vitória.
O presidente da Colômbia, Abelardo De La Espriella, também reconheceu a vitória.
Mais à esquerda, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, destacou a democracia brasileira.
O presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, telefonou para Lula.
Na América do Sul, apenas o presidente da Argentina, Javier Milei, não se pronunciou.
A reeleição de Lula também recebeu manifestações de líderes da América do Norte e da Ásia.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, defendeu o fortalecimento das relações comerciais e da proteção ambiental.
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, parabenizou o presidente brasileiro e manifestou interesse em ampliar a parceria estratégica entre os dois países.
Na França, o presidente Emmanuel Macron defendeu o fortalecimento da parceria estratégica entre os países, em nome de um mundo mais justo.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, comemorou a vitória e afirmou que o avanço do progressismo global está apenas a começar.
Já a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou que a democracia e o multilateralismo venceram no Brasil. Também defendeu o livre comércio, a cooperação climática e uma ordem internacional baseada em regras.
Até agora, o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, não se pronunciou. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro disse que Donald Trump não reconheceria a eleição se o vencedor não fosse Flávio Bolsonaro. ADR




