Luanda – O secretário de Estado para a Protecção dos Objectivos Estratégicos, António Queirós, reafirmou hoje (24), em Luanda, o compromisso de Angola com o controlo de todas as categorias de armas e a implementação dos instrumentos internacionais de não proliferação e desarmamento de que o país é parte.
Luanda – O secretário de Estado para a Protecção dos Objectivos Estratégicos, António Queirós, reafirmou hoje (24), em Luanda, o compromisso de Angola com o controlo de todas as categorias de armas e a implementação dos instrumentos internacionais de não proliferação e desarmamento de que o país é parte.
Ao intervir no Fórum de Sensibilização Legislativa sobre a Implementação Efectiva da Convenção sobre as Armas Biológicas, enalteceu o Escritório das Nações Unidas para os Assuntos de Desarmamento (UNODA) e a Parceria Global para a Disseminação de Armas e Materiais de Destruição em Massa pela disponibilidade no apoio ao processo.
António Queirós encorajou a continuidade do projecto de apoio à universalização e implementação efectiva da Convenção sobre as Armas Biológicas no continente, considerando-o uma assistência de grande impacto para os Estados Partes.
O secretário de Estado considerou o fórum uma oportunidade para aprofundar o diálogo interno, melhorar a compreensão e facilitar o processo de aprovação da Convenção, tendo salientado que o trabalho está alinhado com a agenda do Executivo na promoção da paz e segurança regional e internacional.
UNODA destaca avanços de Angola
Por sua vez, o representante do UNODA, Remi Bacouillard, destacou os avanços de Angola no reforço dos mecanismos institucionais de biossegurança, com o envolvimento das instituições de defesa, saúde e aplicação da lei.
Segundo o responsável, a criação de um quadro institucional sólido permite congregar as responsabilidades das diferentes entidades envolvidas na prevenção e resposta às ameaças biológicas, incluindo cientistas e o sector da agricultura.
Acrescentou que Angola tem desenvolvido mecanismos institucionais de biossegurança, incluindo um ponto de contacto digital, e partilhado a sua experiência com outros países africanos, particularmente os de língua portuguesa.
Remi Bacouillard considerou que a experiência de Angola assume crescente relevância para as comunidades africanas e para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Criado em 1998 e com sede em Nova Iorque, o UNODA promove o desarmamento e a não proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas, apoiando igualmente os esforços internacionais de controlo de armas convencionais e de minas terrestres. LDN/MC




