Balbina da Silva apresenta em Espanha oportunidades de investimentos em Angola

A Embaixada de Angola em Espanha organizou, na sexta-feira, um Brunch Empresarial com o objectivo de estreitar os laços económicos e empresariais entre os dois países e apresentar as múltiplas oportunidades de investimento que Angola oferece no contexto de diversificação económica, segundo um comunicado de imprensa.
O evento, que contou com a presença de cerca de meia centena de convidados e reuniu destacados representantes institucionais, empresariais e membros do corpo diplomático, foi aberto pela embaixadora de Angola em Espanha, Balbina da Silva, que destacou o momento de transformação económica e social que o país atravessa, impulsionado pelas reformas estruturais promovidas pelo Presidente João Lourenço.
Balbina Malheiros Dias da Silva encorajou os empresários espanhóis a aderir ao desenvolvimento de parceria estratégica, dando nota de que a diplomacia económica e Comercial, não é um rótulo, mas uma responsabilidade.
Na ocasião, aproveitou para apontar que através da cooperação e da relação económica entre Angola e Espanha, existe uma aliança sólida, equilibrada e transformadora.
De acordo com a embaixadora, existem sectores prioritários para a cooperação económica, que foram destacados no certame, com os testemunhos passados por algumas empresas espanholas com presença em Angola, onde foram partilhadas ideias, propostos desafios e apresentadas oportunidades, como soluções catalisadores para o incentivo ao investimento produtivo que posicione África como protagonista e não apenas como receptora na arquitetura financeira global e permita, paralelamente, a edificação de mais infraestruturas e a diminuição do desemprego, especialmente para as camadas mais jovens.
Usaram da palavra para falar das suas trajectórias empresariais, a Empresa Loarves Construção, o Banco BBVA, a Joint Venture Iber Angola Union e o Grupo SATEC, que partilharam não só os casos de maior sucesso em Angola, como o Plano Nacional de Geologia (PLANAGEO) para o Instituto Geológico de Angola (IGEO), e os serviços de exploração de hidrocarbonetos nas Bacias Interiores de Angola para a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), ou a construção da primeira fase do Observatório de Vigilância Marítima, mas também as oportunidades que as empresas espanholas poderão ter com propostas de investimento no Mussulo e uma grande aposta na produção de citrinos e derivados.
O acto de encerramento esteve a cargo do Representante para a Europa, da Federação das Câmaras Bilaterais de Comércio e Indústria de Angola (FCBCIA), que destacou o papel da Federação na articulação de projectos estratégicos.


