Luanda – O comandante-geral da Polícia Nacional, comissário-geral Francisco Ribas da Silva, enalteceu, esta quarta-feira, em Luanda, a importância da Polícia de Guarda Fronteira (PGF) na salvaguarda da soberania nacional.
Luanda – O comandante-geral da Polícia Nacional, comissário-geral Francisco Ribas da Silva, enalteceu, esta quarta-feira, em Luanda, a importância da Polícia de Guarda Fronteira (PGF) na salvaguarda da soberania nacional.
O pronunciamento foi feito durante o acto comemorativo do 48.º aniversário da Polícia de Guarda Fronteira, ocasião em que realçou o espírito de patriotismo, disciplina, sacrifício, dedicação e camaradagem que devem continuar a caracterizar os efectivos no cumprimento da missão.
Na ocasião, o comandante-geral sublinhou o processo de reestruturação e reequipamento da Polícia de Guarda Fronteira, destinado a melhorar as condições de trabalho dos efectivos, modernizar os meios e adequar as infra-estruturas às exigências da actividade operacional.
Realçou, igualmente, a importância da formação e do treino permanente, sobretudo para a preparação ministrada na Escola de Monga, como factores essenciais para elevar a capacidade operacional dos efectivos e garantir maior segurança das fronteiras nacionais.
Francisco Ribas da Silva encorajou os efectivos da Polícia de Guarda Fronteira a prosseguirem com empenho, disciplina e dedicação no cumprimento da missão, para uma actuação cada vez mais eficaz na protecção das fronteiras e da soberania do Estado.
Durante o seu discurso, o responsável abordou, ainda, o trabalho desenvolvido pela unidade ao longo dos seus 48 anos de existência da corporação e reiterou o compromisso institucional de continuar a criar melhores condições para o cumprimento da missão dos guardiões das fronteiras de Angola.
A Polícia de Guarda Fronteiras de Angola (PGFA) é uma unidade especializada da Polícia Nacional, responsável pela segurança e protecção das fronteiras terrestres, marítimas e fluviais, bem como pela defesa da integridade territorial do país.
Entre as principais atribuições da corporação consta a vigilância das fronteiras nacionais e o combate aos crimes transfronteiriços, com realce para a imigração ilegal, o contrabando e o tráfico de bens e estupefacientes.
A actuação da Polícia de Guarda Fronteiras abrange uma extensa linha fronteiriça com a República Democrática do Congo, Namíbia, Zâmbia e República do Congo, além do espaço marítimo nacional.
A extensão e a complexidade das fronteiras colocam desafios permanentes aos efectivos, sobretudo no controlo de zonas de difícil acesso e na prevenção de passagens clandestinas.FMA/ART




