
A pouco mais de um ano do adeus à Presidência da República, João Manuel Gonçalves Lourenço vê questionadas as suas prioridades como nunca se tinha registado desde o período da sua ascensão, em Setembro de 2017, estando diferentes sectores da vida do País a insistir no que chamam de "oferta de grandes contratos públicos aos amigos de sempre".
Da construção de aeroportos - quando é do conhecimento geral que existem outros às moscas - à construção do Centro Nacional do Trauma, avaliado em 297,5 milhões de dólares norte-americanos, vários são os projectos que contribuem para o aumento do tom da crítica, sempre à medida dos sinais de degradação do quadro social.
Milhares de famílias em insegurança alimentar, pobreza, proliferação de doenças e um ambiente de negócios adverso ao discurso da produção interna são alguns factores apontados de forma recorrente.
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