Luanda – A secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Maria Jardim, destacou o carácter ordeiro, pacífico e democrático das eleições Legislativas, Autárquicas e Regional realizadas, a 27 de Setembro, em São Tomé e Príncipe.
Luanda – A secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Maria Jardim, destacou o carácter ordeiro, pacífico e democrático das eleições Legislativas, Autárquicas e Regional realizadas, a 27 de Setembro, em São Tomé e Príncipe.
A posição foi manifestada durante um encontro, realizado quinta-feira, na sede da CPLP, com o chefe da Missão de Observação Eleitoral da organização (MOE-CPLP), Vicente Ehate Tomi, que liderou a missão enviada ao arquipélago.
Maria de Fátima Jardim agradeceu a Vicente Ehate Tomi, antigo primeiro-ministro e actual vice-presidente do Conselho da República da Guiné Equatorial, por ter aceite chefiar a missão, e destacou o facto de ser a primeira vez que uma entidade daquele país lidera uma missão de observação eleitoral da CPLP.
A secretária executiva ealçou, igualmente, o sucesso da missão e considerou que a forma como decorreram as eleições confirmou a existência de um exercício livre, ordeiro, pacífico e democrático por parte da população são-tomense.
Por sua vez, Vicente Ehate Tomi manifestou a honra de ter liderado a missão e afirmou que a votação de 27 de Setembro decorreu de forma organizada e num ambiente de tranquilidade.
A MOE-CPLP considerou que as eleições decorreram de acordo com as normas eleitorais em vigor, de forma transparente, livre e credível, em consonância com os valores da democracia e do Estado de Direito defendidos pela organização.
No final do encontro, Vicente Ehate Tomi assinou o Livro de Honra da CPLP.
A Missão de Observação Eleitoral da CPLP permaneceu em São Tomé e Príncipe de 23 a 30 de Setembro e integrou 27 observadores, entre diplomatas e técnicos nomeados pelos Estados-membros, deputados em representação da Assembleia Parlamentar da CPLP (AP-CPLP) e observadores indicados pelo Secretariado Executivo e pelo Secretariado Permanente da AP-CPLP.
Entre os parlamentares estiveram representantes das assembleias de Angola, Moçambique e Portugal, indicados pelos respectivos órgãos legislativos.ART




