A Organização da Mulher Angolana (OMA) abriu, esta quarta-feira, 30, no município do Cazenga, em Luanda, uma Feira Integrada da Mulher, que disponibiliza consultas médicas, medicamentos gratuitos e acções de sensibilização em matéria de saúde.
A iniciativa pretende aproximar os serviços de saúde das comunidades e prevê atender cerca de 10 mil utentes, segundo a secretária do Departamento de Acção Social, Promoção e Desenvolvimento da Mulher e coordenadora da Feira Integrada da Mulher, Augusta Leonel.
A responsável explicou que foi criado um programa integrado para juntar assistência médica e medicamentosa a outras acções de carácter social, com o objectivo de contribuir para o bem-estar das comunidades.
“Criámos o programa integrado depois de trazer a unidade hospitalar no município do Cazenga, também trazer medicamentos grátis. Esta é a nossa missão, fazer para o bem-estar das comunidades”, afirmou Augusta Leonel.
Na área da saúde, a feira conta com a participação de várias unidades hospitalares, entre as quais o Hospital Josina Machel, que disponibiliza 38 especialidades, incluindo cardiologia, fisioterapia, otorrinolaringologia, oftalmologia e cirurgia.
A iniciativa conta igualmente com a participação da Clínica Girassol, da Maternidade Lucrécia Paim e do Hospital Materno-Infantil Dr. Francisco Quaresma, entre outras unidades.
Além das consultas, a OMA promove palestras educativas sobre temas de saúde pública, com destaque para planeamento familiar, prevenção de doenças, infecções sexualmente transmissíveis e mpox.
A Feira Integrada da Mulher inclui ainda uma componente de inclusão financeira, com acções dirigidas ao empreendedorismo feminino e à criação de cooperativas, em parceria com o Conselho Nacional das Cooperativas.
A aposta em feiras integradas de saúde e assistência social enquadra-se em iniciativas que a OMA tem promovido para aproximar serviços essenciais das comunidades. Em Dezembro de 2025, por exemplo, a organização realizou no Kilamba uma feira que juntou cuidados de saúde, medicamentos gratuitos, apoio jurídico e outros serviços sociais.
No Cazenga, a organização estabeleceu como meta chegar a cerca de 10 mil utentes, com a prioridade centrada na prestação de consultas e outros serviços gratuitos à população.
Segundo Augusta Leonel, a iniciativa pretende responder às necessidades da comunidade através de uma intervenção que combina saúde, prevenção, assistência social e inclusão financeira.




