A Comissão de Gestão do Centro de Acolhimento das Vítimas das Cheias, em Benguela, passou a exigir autorização prévia do Governo Provincial para a entrada de jornalistas, activistas, políticos e outras entidades no recinto, onde estão temporariamente alojadas mais de mil famílias afectadas pelo transbordo do rio Cavaco, ocorrido a 12 de Abril deste ano. O responsável do centro, Yuri Chagas, justificou a medida com alegados casos de “aproveitamento político” e a necessidade de preservar a tranquilidade das famílias acolhidas
O Governo entende que o que as famílias, neste momento, mais precisam é paz, ao sugerir que as pessoas respeitem o momento das famílias. Logo, segundo Yuri Chagas, num contacto com este jornal, nos termos do regulamento elaborado, sob orientação do coordenadorgeral, governador Manuel Nunes Júnior, não se poderá aceder ao interior sem que a pessoa esteja previamente autorizado para o efeito, mesmo que seja jornalista.
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